domingo, 4 de março de 2012

Entrelinhas.

O mal do ser humano é idealizar a vida, como um mundo perfeito, e o pior, acreditar que será assim pra sempre. Mas um dia o encanto acaba, e tudo que te fazia bem você passa a não saber se vale mais a pena. São sentimentos que outrora te faziam rir, e agora só te faz chorar. É se ver numa estrada sem  rumo, onde as coisas não fazem sentido. Onde as pétalas das rosas se foram e só restaram os espinhos. Agente tenta, agente luta, pra fazer aquele caminho lindo outra vez, mas o tempo passa e tudo começa perder o sentido. As forças se vão indo, e nos faz pensar: “ – Será que merece todo esse meu esforço? Todo esse meu sofrimento?”. Por mais que não queira é assim que tenho visto meu amor. Um dia já foi tão lindo, e me fazia feliz, e agora porque você ta assim? Perdendo todo sentido, me fazendo sofrer. Que mal te fiz? Dar o meu amor, e ter paciência de te esperar, te ser sincera como jamais fui, te amar sem acreditar que irias me machucar. É mas foi ela, aquela distancia que tanto tive medo, que conseguiu me derrubar. Causou tanto medo, causou confusão, veio a insegurança que se fez num furacão. Mas a distancia física passou, agora você ta aqui, mas por que mesmo assim estas tão longe de mim? Não vês, que isso só me faz mal, que me faz sofrer, que me faz chorar? Cadê o amor que você tanto falou? Agora acabou? Se existe, por que queres tanto machucar, quem só faz te amar?

N.R.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Só sei te amar.

Ah como é bom poder amar. Colocar os pés no chão, mas mesmo assim parecer que estar no ar. Como é difícil de controlar, aqueles sorrisos bobo, que saem ate no olhar. Não digo que é perfeito, porque por muitas vezes já me fez chorar, mas digo que é lindo, porque apesar de tudo você me ensina a amar. Outrora não consigo te falar, tudo o que realmente sinto, e por erros nem consigo expressar, mas por mais difícil que seja de acreditar, cada segundo depois do dia que te conheci, eu só sei te amar

N.R.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Lembranças doem.

 Me lembro como se fosse hoje, a primeira vez que te vi. A suas implicâncias, meus foras, o ar de quem jamais iriam se suportar. Mais parecia que cada dia aquilo fazia parte de mim, que algo alem de implicância existia. E realmente havia sim. Havia um amor puro que vinha crescendo, amor que eu relutava, que eu não queria, que eu tive medo.  Eu e você, sempre pessoas tão diferentes, mais que juntos pareciam que as diferenças sumiam, e só existia lugar para o amor. Hoje você ta tão longe de mim, e parece que há um vazio. Tudo que agente passou vira um filme em minha cabeça. Sei que nossa história não acabou, que é só mais um capitulo dela, mas sem duvida, é o capitulo da minha dor. Me dói não ter você por perto, não poder te dar um abraço. Sinto falta dos nossos beijos, das nossas brigas, de tudo que me fazia ter você ao meu lado. Agora e por mais um tempo, terei que sobreviver de lembranças, lembranças boas que só fazem aumenta a falta que você faz. Tudo isso corrói quando penso que alem de não te ver, mal posso ouvir sua voz. Eu já conhecia a saudade, mas não a saudade de você. Saudade pode não matar, mas ela faz doer, faz sangrar. Faz um medo desesperador aparecer, o medo de te perder. E ter que viver a te querer e não te ter. Já nem posso mais contar, quantas lagrimas já rolaram por esse rosto, desde o dia que você se foi. Saudade é o que eu sinto, saudade é o que me dói, mais tudo o que eu sinto, é por algo mais. É por te amar, cada dia mais, sem pensar em nada, sem querer que seja diferente. E por te amar, é por te querer, te querer aqui, bem perto de mim, que sua ausência não para de me doer.


N.R.

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