Me lembro como se fosse hoje, a primeira vez que te vi. A suas implicâncias, meus foras, o ar de quem jamais iriam se suportar. Mais parecia que cada dia aquilo fazia parte de mim, que algo alem de implicância existia. E realmente havia sim. Havia um amor puro que vinha crescendo, amor que eu relutava, que eu não queria, que eu tive medo. Eu e você, sempre pessoas tão diferentes, mais que juntos pareciam que as diferenças sumiam, e só existia lugar para o amor. Hoje você ta tão longe de mim, e parece que há um vazio. Tudo que agente passou vira um filme em minha cabeça. Sei que nossa história não acabou, que é só mais um capitulo dela, mas sem duvida, é o capitulo da minha dor. Me dói não ter você por perto, não poder te dar um abraço. Sinto falta dos nossos beijos, das nossas brigas, de tudo que me fazia ter você ao meu lado. Agora e por mais um tempo, terei que sobreviver de lembranças, lembranças boas que só fazem aumenta a falta que você faz. Tudo isso corrói quando penso que alem de não te ver, mal posso ouvir sua voz. Eu já conhecia a saudade, mas não a saudade de você. Saudade pode não matar, mas ela faz doer, faz sangrar. Faz um medo desesperador aparecer, o medo de te perder. E ter que viver a te querer e não te ter. Já nem posso mais contar, quantas lagrimas já rolaram por esse rosto, desde o dia que você se foi. Saudade é o que eu sinto, saudade é o que me dói, mais tudo o que eu sinto, é por algo mais. É por te amar, cada dia mais, sem pensar em nada, sem querer que seja diferente. E por te amar, é por te querer, te querer aqui, bem perto de mim, que sua ausência não para de me doer.
N.R.
